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Uma nova forma de consumir está entre nós, com muito mais responsabilidade e amor

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O consumo consciente onde se compra menos, procura-se mais qualidade e se investe em coisas que tenham um apelo sentimental tá aí, mesmo que muitas pessoas desacreditem desse novo modo de consumir moda. O mundo avança em meio ao caos geral e a construção de novos modelos de organização social influenciam no processo da moda.

Essa tendência de olhar pra moda como uma forma de colecionar bons momentos pode ser vista na campanha de diversas marcas que entenderam o quão importante para as novas gerações de consumidores esse link com o passado. Por isso junto das criações das grandes grifes e comércio de moda popular, vem crescendo a busca por brechós e roupas vintage. A ideia de memória, simbologia de uma época, relação com bons momentos e enlaces afetivos está diretamente ligado às peças antigas, com história, com memória.

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A troca de objetos afetivos, sejam roupas ou acessórios tem crescido, páginas de troca surgindo diariamente na internet. Muitas vezes aquele objeto que você não quer mais, para o outro é algo simbólico, que trará muito afeto no uso, ou até mesmo durante a troca, dependendo de quem, que história traz, e de onde vem o objeto.

AFETO ALÉM DA MODA

Indo além do universo fashion, a ressignificação da forma de consumir acessa nuances interessantes. Não somente roupas e acessórios, mas também suvenires, objetos afetivos especiais, entram nessa pegada. Cada um traz pra si o que é interessante pra compor seu universo único, pessoal, cheio de afeto e simbologia própria. Esse encontro é intermediado por objetos que ganham status quase mágico, sejam óculos, vestidos, amuletos, objetos decorativos, anéis e muitas outras coisas. Eles simbolizam a união. As grandes marcas entenderam isso e têm trazido essa característica para coleções, seja em bordados, patchworks, roupas casulo, corações, coisas que parecem herdadas ou até mesmo garimpadas.

Das passarelas para o dia a dia, as casas tomam espaço importante, como um santuário, passasse a dar valor as coisas que seriam descartados, a exemplo de fotos antigas, objetos de uso doméstico, até mesmo utensílios de cozinha. Esses vínculos tendem a crescer como nova característica social, proveniente da nova forma de consumir advinda das gerações atuais, que mais abertos a troca unem ao vínculo familiar a ideia de comunidades unidas em valores e crenças. Isso mesmo com as tecnologias avançadas; a individualização inicia sua perda de espaço para essa “nova forma de afetividade”. Pois o sentimento de se conectar com alguém, com alguma ideia, de estabelecer uma comunicação real é uma das forças mais poderosas entre os seres humanos.

 

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