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Diretoria buscará ampliação do quadro psicossocial da Polícia Civil

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Uma equipe de onze psicólogos e oito assistentes sociais esteve reunida com diretores da Polícia Judiciária Civil para apresentar demandas e necessidades dos profissionais que atuam em sete delegacias e no prédio da Diretoria Geral.

A reunião com  o delegado geral,  Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, a delegada geral adjunta, Silvia Pauluzi, e o diretor de Atividades Especiais, Rogério Atílio Modelli, aconteceu na quarta-feira (31), com o objetivo de apresentar o quadro de servidores a diretoria (efetivos e não efetivos), explanar as atribuições e atividades desenvolvidas, falar dos desafios vivenciados no cotidiano, para, em conjunto, buscar o aprimoramento do trabalho junto à Polícia Civil.

O delegado geral considerou importante o papel desempenhado por cada profissional dentro das unidades, assim como fundamental o apoio psicológico e social aos servidores da Polícia Civil. “Entendemos ser necessário essa ampliação, não somente nas delegacias, mas também para que possamos dar melhor assistência aos nossos policiais. Vamos estudar meios para aumentar esse atendimento, porque sabemos que em algumas investigações os relatórios psicossociais são imprescindíveis para elucidação dos crimes”, assegurou Vasco.

Os profissionais, psicólogos e assistentes sociais, em sua maioria são concursados do Estado e estão cedidos a Polícia Civil para desempenhar as funções na Diretoria Geral, Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica), Delegacia do Adolescente (Cuiabá e Várzea Grande), Delegacia da Mulher (Várzea Grande e Cuiabá), Delegacia de Chapada e Delegacia da Mulher, Criança e Idoso de Rondonópolis.

Conforme o psicólogo da Deddica, João Henrique Magri Arantes, a carga de trabalho dos profissionais, principalmente, os que atuam em delegacias, é grande e por conta disso defendem ampliação do número de servidores nas duas áreas.

De acordo com João Henrique, na Deddica a média mensal de relatórios psicossocial elaborado é 35 a 40. Mas  o profissional ressalta que o número de atendimentos supera os relatórios, além dos encaminhamentos feitos a rede de proteção a criança e ao adolescente, para outros serviços.

A psicóloga, Eliana Megale Luz, que trabalha na Delegacia de Chapada dos Guimarães, falou da importância do Núcleo de Atendimento a Mulher em situação de violência doméstica, que está instalado na unidade policial. “Em uma sala dentro da delegacia as profissionais, psicóloga e assistência social, oferecem apoio psicossocial às vítimas e seus familiares, desde o acolhimento, orientação, encaminhamentos, atendimentos psicológicos até o acompanhamento em longo prazo”, disse.

São duas psicólogas e uma assistente social que desenvolvem trabalhos que ajudam na prevenção, trabalhando diretamente com órgãos da rede de proteção para sensibilização dos profissionais na identificação de indícios de violência, além de orientações e palestras junto a crianças, adolescentes, jovens e pais.

Na Diretoria da Polícia Civil, o setor psicossocial fica no 2º andar para acionamento e atendimento aos policiais que precisam de orientações, acolhimentos, encaminhamentos e acompanhamentos junto à rede intersetorial local de proteção e atenção aos servidores. “A gente acompanha situações difíceis que mexem com o psicológico e o financeiro do servidor”, disse a psicóloga Alcimara Neuza Perin.

 

PJC

Twitter: @estrelaguianews

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