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DIAP Coloca senador de Mato Grosso como um dos “Os Cabeças do Congresso Nacional”

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Em seu primeiro mandato como senador da República, Wellington Fagundes (PR-MT) já aparece entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, em lista elaborada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP). Na divulgação de “Os ‘Cabeças’ do Congresso Nacional”, Fagundes se destacou na categoria de “Articuladores/Organizadores” e foi considerado referência nos temas economia e desenvolvimento regional.

Na categoria “Articulador”, figuram parlamentares com “excelente trânsito nas diversas correntes políticas”, capazes de interpretar o pensamento da maioria, fato que os credencia a ordenar e criar as condições para o consenso. Como interlocutores dos líderes de opinião, segundo o DIAP, encarregam-se de difundir e sustentar as decisões ou intenções dos formadores de opinião, formando apoio à iniciativa dos dirigentes dos grupos políticos a que pertencem.

De acordo com a publicação, os articuladores normalmente têm livre acesso aos bastidores, ao poder institucional e alto grau de fidelidade às diretrizes partidárias ou ideológicas do grupo político que integram e se notabilizam por possuírem “instinto político e o dom da síntese”.

Wellington Fagundes é o único parlamentar de Mato Grosso a figurar entre os “Cabeças 2017”. Ele é um dos cinco senadores estreantes na publicação, junto com Otto Alencar (PSD-BA), Paulo Bauer (PSDB-SC), Raimundo Lira (PMDB-CE) e Simone Tebet (PMDB-MS). E o oitavo político do Estado a receber classificação no DIAP. Antes dele, foram apenas dois senadores: Pedro Taques, atual governador do Estado, e Blairo Maggi, ex-governador e atual ministro da Agricultura. Outros mato-grossenses que figuraram na lista dos 100 cabeças foram Antero Paes de Barros, Júlio Campos, Nilson Leitão, Pedro Henry e Rodrigues Palma, todos como deputado federal.

Líder do Bloco Moderador, que reúne senadores do PR, PTB, PSC, PRB e PTC, Wellington é também vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente e da Comissão Senado do Futuro. É membro ativo da bancada ruralista, com atuação destacada na Comissão de Agricultura (CRA). No ano passado, também foi relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

Entre as atividades do mandato, destaque para a relatoria da Comissão Mista Especial sobre a Lei Kandir, que se encontra em andamento. O colegiado destina-se a oferecer propostas sobre a alteração da Lei no que se refere à compensação da União aos Estados, Distrito Federal e Municípios, por conta da perda de receita decorrente de desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Ao analisar a indicação do DIAP, o senador Wellington Fagundes considerou a colocação como “um prêmio a dedicação” e uma “resposta ao compromisso firmado com os eleitores”. Segundo ele, todavia, a classificação do DIAP faz aumentar ainda mais a responsabilidade e os desafios. “Vamos seguir trabalhando firme na defesa do municipalismo e também pela infraestrutura, que, ao lado da saúde, e uma das grandes carências do nosso Estado” – disse.

Perfil Político – O estudo para definir a chamada ‘elite parlamentar’ de 2017 conclui que os deputados e senadores que comandam o processo decisório no Congresso Nacional têm formação superior, são profissionais liberais, defendem a economia de mercado, exercem algum posto institucional no partido, na estrutura da Câmara ou do Senado, têm mais de um mandato, são oriundos das regiões ricas ou dos Estados ricos das regiões pobres, pertencem aos maiores partidos e destacam-se como articuladores e debatedores.

Novato da lista, Wellington Fagundes começou sua trajetória na vida pública como integrante do movimento estudantil, durante o curso de Medicina Veterinária em Campo Grande/MS. Ingressou na política de classe como presidente da Associação Comercial Industrial de Rondonópolis por dois mandatos. Foi secretário municipal de Planejamento de Rondonópolis e exerceu seis mandatos de deputado federal.

Considerado o ‘Oscar’ que premia os melhores parlamentares do Brasil, a série “Os Cabeças” do Congresso Nacional do DIAP existe há 24 anos. Sua metodologia consiste em mapear, a partir de critérios objetivos, dos deputados e senadores que conduzem o processo decisório no Poder Legislativo.  O DIAP identifica, anualmente, os 100 parlamentares com mais habilidades para elaborar, interpretar, debater ou dominar regras e normas do processo decisório, bem como para trabalhar recursos de poder, de tal modo que suas preferências, ou do grupo que lideram, prevaleçam no conflito político.

 

Da Assessoria

Twitter: @estrelaguianews

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